Psicopedagogia

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

12 DE NOVEMBRO DIA DO PSICOPEDAGOGO




``O EXERCÍCIO DA PSICOPEDAGOGIA NÃO É PARA QUEM QUER; É, SOBRETUDO PARA QUEM PODE``.
WELITOM VIEIRA DOS SANTOS
 MAS AFINAL QUAL O PAPEL DO PSICOPEDOGO?
 
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 O psicopedagogo deve estar preparado para trabalhar com as dificuldades, deve ter a sensibilidade para percebê-las quando há de fato um distúrbio ou apenas dificuldades passageiras que por diversas vezes são resolvidas com facilidade, evitando assim, que essas dificuldades se estendam ao longo da fase da adolescência, perpetuem e se agravem por toda a fase adulta.
Mas há que se ter em mente também que a escola tem um papel igualmente importante nessa relação ensino-aprendizagem, e é exatamente esse tema que será abordado a partir de agora.
  As dificuldades de aprendizagem interferem consideravelmente na vida do cidadão e quanto mais precocemente forem observadas tanto melhor será o seu diagnóstico e o seu tratamento. É importante que o trabalho psicopedagógico seja realizado em todos os momentos da vida escolar e com todos os alunos. O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO
            De acordo com o Código de Ética da Psicopedagogia da Associação Brasileira de Psicopedagogia, reformulado pelo Conselho da ABPp, gestão 2011/2013 e aprovado em assembleia geral em 5/11/2011, é papel do psicopedagogo trabalhar no âmbito educacional e na saúde, com foco no processo de aprendizagem e suas dificuldades. Fundamentado em diferentes referenciais teóricos e de natureza inter e transdisciplinar, tem como objetivos:
  • Promover a aprendizagem, contribuindo para os processos de inclusão escolar e social;
  • Compreender e propor ações frente às dificuldades de aprendizagem;
  • Realizar pesquisas científicas no campo da psicopedagogia;
  • Mediar conflitos relacionados aos processos de aprendizagem.
O objeto de conhecimento da psicopedagogia no processo de aprendizagem é o ser humano. É necessário, para que esse processo bastante complexo se complete buscar outras áreas de conhecimento que juntas interajam, como a Pedagogia, a Psicologia, a Neurologia, a Psicanálise entre outras, apresentando sempre uma postura de assessoramento e parceria, compreendendo e conhecendo os espaços onde ocorre a aprendizagem.
Uma das características principais do papel do psicopedagogo é o preventivo, quer seja clínico ou educacional. Ajudar, orientar e principalmente diagnosticar corretamente os problemas relacionados à aprendizagem, evitando assim o fracasso escolar e erros na intervenção ou diagnóstico psicopedagógico. Levar em consideração que a vida do sujeito deve se dar de forma harmoniosa e equilibrada tanto orgânica, emocional, cognitiva e socialmente.
O papel do psicopedagogo cada vez mais vem sendo difundido no mundo, cada país, porém com a sua realidade própria sendo levada em conta. Em se tratando de países ao entorno do Brasil, podemos destacar que na Argentina, segundo Souza et al (2015), o processo de investigação inicia-se a partir de entrevistas com os pais, com o intuito de conhecer o histórico da vida do seu aluno, a partir daí então, são realizadas entrevistas com os docentes para colher informações sobre o processo ensino-aprendizagem, a proposta da instituição, metodologia, avaliação, material didático, as relações entre professor e aluno e entre alunos.
 A parte final da entrevista é com o aluno e o psicopedagogo pode utilizar instrumentos de avaliação que o psicólogo também utiliza. Enquanto que no Brasil o processo investigativo inicia-se com o aprendente e o psicopedagogo não pode utilizar os mesmos instrumentos utilizados pelo psicólogo.
Ainda, segundo Souza et al (2015), quando se observa os diferentes tipos de recursos disponíveis e utilizados na Argentina em comparação com a realidade psicopedagógica disponível no Brasil, é possível perceber que ainda há muito que avançar por aqui.
Segundo Visca (1991), o processo diagnóstico se dá por intermédio do reconhecimento, do prognóstico e das indicações, através das cinco fases: anamnese, testes, provas piagetianas, conceitualização do caso, devolução aos pais e em alguns casos à criança.
O psicopedagogo pode atuar na área clínica, institucional, hospitalar e empresarial. De certa forma é mais ou menos como afirma Bossa (2007) quando sugere que a psicopedagogia deve ter como base fundamentada em seu compromisso a visão de que deve contribuir da melhor maneira possível com o processo de aprendizagem além de buscar formas de definir uma maneira específica de atuação, e como resultado espera-se ainda que seja possível identificar fatores que sejam capazes de facilitar esse processo.

 De acordo Schwartzman et al (2001), existem inúmeras dificuldades e fatores que levam ao déficit de aprendizagem, entre eles estão:Resultado de imagem para PAPEL DO PSICOPEDAGOGO
  • TDAH: problema de desatenção com ou sem hiperatividade (quando a criança é agitada e não consegue parar quieta). Elas se machucam com mais frequência, não têm paciência, interrompem conversas, etc
  • Prejuízo Intelectual ou deficiência intelectual: capacidade intelectual inferior à média normal.
  • Lesões ou disfunções cerebrais, como exemplo a anóxia, isto é, falta de oxigênio no organismo.
  • Fatores genéticos, neonatais ou pós-encefálicos e traumáticos.
  • Medicamentos. Fundamental é ter senso crítico para percebermos e analisarmos a respeito do uso medicamentoso. Há casos de transtornos graves que necessitam do seu uso e como profissionais da área de psicopedagogia temos de ter esta clareza para informar a família e a escola, após o devido contato com a equipe multidisciplinar.
  • Problemas sensoriais de audição e visão.
  • Dislexia: quando a criança ou adolescente não consegue associar o símbolo gráfico e as letras ao som que eles representam, é um distúrbio genético e neurobiológico que independe da preguiça, falta de atenção ou má alfabetização. O que ocorre é uma desordem no caminho das informações, o que inibe o processo de entendimento das letras e, por sua vez, pode comprometer a escrita.
  • Disgrafia: dificuldade na escrita.
  • Discalculia: dificuldade de aprender tudo o que está relacionado a números como operações matemáticas, dificuldade de entender os conceitos e a aplicação da matemática; seguir sequências, classificar números.
  • Dislalia: distúrbio de fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras e pela má pronunciação, omitindo, acrescentando, trocando ou distorcendo os fonemas.
  • Disortografia: dificuldade de aprender e desenvolver as habilidades da linguagem escrita, é um transtorno específico da grafia que, geralmente, acompanha a dislexia.  Resultado de imagem para PAPEL DO PSICOPEDAGOGO

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

SUGESTÕES MODELOS DE RELATÓRIOS/PROGNÓSTICOS PSICOPEDAGÓGICOS

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Nome: DAVI OLIVEIRA DE JESUS
Data de Nascimento: 8 ANO
Período de avaliação: 20/05/15 A 29/09/15
Escola:ADERBAL CÉSAR SRM I/REGINALDO SILVA MACÊDO SEMESTRE II DE 2015
Série: TERCEIRO ANO.
Devolutiva Pedagógica

       Objetivando a socialização das informações segue a baixo, o informe  resultado da analise e avaliação:O paciente inicialmente foi encaminhado pela professora com a queixa: Dificuldade de aprendizagem; adquirir conceitos-está em fase de aprendizado-;apresenta comportamento fora do comum para sua idade;apresenta um bom relacionamento na sala e no pátio os colegas o rejeita;apesar de demonstrar interesse nas atividades,não consegue ler de forma convencional;não reconhece algumas letras e não distingue letras de números;não compreende comandos dados pela professora em todas as áreas do conhecimento[...]SEGUE EM ANEXO A FICHA  DE ENCAMINHAMENTO/DESCRIÇÃO DA PROFESSORA DO ANO DE 2015.
Atendimento iniciado em julho, e, com um encontro semanal de 40 minutos de analise diagnóstica. Para diagnóstico foram PLANEJADOS/utilizados os seguintes recursos avaliativos:
·         Entrevista com o professor;Sessão lúdica;Entrevista Operatória Centrada na Aprendizagem- EOCA;Verificação de atividades pedagógicas;Desenhos projetivos: casa/família/árvore;Testes de psicomotricidade;Provas operatórias;
Mediante a dificuldade encontrada em se utilizar  seqüencialmente os instrumentos da avaliação psicopedagógica,a partir de observações,de fala,comportamentos e conversas com o paciente,podemos afirmar que:Reconhecem as partes do seu corpo, unha, cabeça [...] Numa contação de histórias, e a mesma história ouvida pelo aluno no computador/LIVRO, lido ,ele não foi capaz de interpretá-la ou recontá-la;possui dificuldades neste contexto,embora relembre e relate fatos reais que aconteceu com ele no cotidiano,não  é capaz de fazer relato por exemplo da aula ,do atendimento anterior, mas  no que diz respeito a eventos da vida diária [...]Pondo em dúvida se são reais ou fantasias. Há uma oscilação conceitual de uma aprendizagem convencional, não consegue reter informações; não reconhece os termos maior/menor, grande/pequeno, não conhecem ainda cores, formas; sabe o nome de pai, mãe e irmãos, com intervenção realiza atividade de associação [LIGAR],embora não consiga descrever da roupa e cores  das mesmas,em atividades no computador muita dificuldade motora,em utilizar o mouse, reconhece partes de seu corpo,embora não saiba descrever /relatar,sua conversa não tem fundamentos, seqüência lógica e conexão com a realidade na maioria das vezes.
Anamnese com a mãe: Esta foi conturbada, sem concluir o objetivo da mesma, pois, aparentemente 90% da família tem algum comprometimento cognitivo,sua mãe,não conseguia relatar nenhum fato relacionado a sua saúde ,sua gravidez e nascimento de DAVI,nem tão pouco o seu desenvolvimento escolar e comportamental na vida diária,relatos sempre sem nexos,ambos com aparência inadequada,neste período não foi possível contato com o pai,pois estava viajando.  O objetivo não foi alcançado.
Provas projetivas.  Não foi possível alcançar os objetivos aos que as provas propõem  pois o comportamento do aprendente,bem como a maturidade cognitiva não foi possível seguir o planejamento psipedagógico,pois as consignas a El sugerida/dirigida não eram compreendida o que tornou impossível uma finalização precisa deste trabalho mediante aos  poucos objetivos  alcançados diante dos instrumentos de avaliação utilizados, nos remete a
uma suspeita de déficit cognitivo [Pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva costumam apresentar dificuldades para resolver problemas, compreender ideias abstratas (como as metáforas, a noção de tempo e os valores monetários), estabelecer relações sociais, compreender e obedecer a regras, e realizar atividades cotidianas - como, por exemplo, as ações de autocuidado. A capacidade de argumentação desses alunos também é afetada e precisa ser devidamente estimulada para facilitar o processo de inclusão e fazer com que a pessoa adquira independência em suas relações com o mundo. O que visivelmente é compreensível ele não ter pelo contexto familiar o qual está inserido. [ necessitando urgente de uma avaliação neurológica e acompanhamento psicológico,em atividades básicas como nomeação oral de objetos diversos, DAVI identifica corretamente, exemplo: boneco ele responde ,EMBORA RAPIDAMENTE MUDE DE FOCO, entre tantas outras[...]Como se diagnostica a Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos, etc.), Para diagnosticar a Deficiência Intelectual, os profissionais estudam as capacidades mentais da pessoa e as suas competências adaptativas. Estes dois aspectos fazem parte da definição de atraso cognitivo comum à maior parte dos cientistas que se dedicam ao estudo da deficiência intelectual.
Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
                                                                             
       Atenciosamente,
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Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25  Especialista em AEE
/silviabbcc@yahoo.com.br Várzea Nova– BA 11/12/2015/3659-2133







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Nome: T. S.P.
Data de Nascimento: 29/05/2004
Período de Avaliação; 15/07 a 10/09/2015
Escola  Municipal Aderbal César de Oliveira
Série ; 5º ano

DEVOLUTIVA
Em nível de socialização das informações do atendimento psicopedagógico segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação.
            O paciente foi encaminhado para acompanhamento psicopedagógico em  15/07/2015,pelo professor com a queixa de que:O aluno tem desenvolvimento lento e tem dificuldade de compreender os conteúdos ,no entanto consegue em alguns casos dá respostas coesas.È um aluno que estar em fase de desenvolvimento e adaptações a série em que se encontra.
            Mostrou-se muito quieto e de poucas palavras,teve iniciativa na realização das atividades.
            Em exames neurológicos realizados em Salvador dia 01/10/2012 foi medicado,em pesquisa,pela anamnese com a  mãe que relata seu comportamento agressivo momentaneamente e sem motivo aparente – um transtorno bipolar[    ],relatou a mãe ainda que seu filho dorme em média 2 horas por noite,fato que o deixa mais nervoso. Necessita-se de um acompanhamento/reavaliação neurológica e psicológico permanente/periodicamente, para certificação da suspeita,bem como uma avaliação fonoaudiólogico.
            No período de atendimento psicopedagógico foram realizados um encontro semana de 40 minutos de duração de análise diagnóstica e intervenção. Para o diagnóstico foram criados os seguintes recursos  avaliativos:
·          Sessão lúdica;
·         Entrevista Operatória Centrada na Aprendizagem- EOCA ;
·         Entrevista com o professor;
·         Anamnese com a mãe;
·         Informação social;
·         Provas operatórias;
·         Provas projetivas;
·         Provas pedagógicas.

Observa-se na avaliação diagnóstica que o comportamento do aprendente até então reflete questões múltiplas resultantes da construção e constituição do sujeito  e das relações estabelecidas com os familiares e com o mundo.
No aspecto corporal encontre-se dentro dos limites da normalidade para a sua idade cronológica.
Na área cognitiva, realiza operações simples, regras, pensamento estruturado, percebendo uma oscilação  entre o estágio pré-operatório  e  operações concretas.Possui dificuldades quanto a competência lingüística,principalmente quanto a escrita/fala –amalero para amarelo-.Escrita:ser rigi/ para ser rico.
Sua mãe o descreve como: menino muito estressado, nervoso,não faz amizade com ninguém gosta da escola não resiste ao freqüentá-la  brincar nem é sozinho não sabe brincar,não consegue nem brincar com sua irmã de cinco anos.Em 2012 foi encaminhado para psicóloga,não conversa com ninguém ,não para quieto,não dorme a noite há cinco anos.Não sabe nada em matemática ,relatou que seu filho sente vontade de bater nas pessoas sem mentiras aparente,dores  de cabeça bastante/irritação.Não consegue amarrar cadarço,dificuldade em colocar seu almoço.Participa de atividades no CRAS- Centro de Referencia de Assistência Social .Só realiza as atividades escolares em casa isolado.
     No nível afetivo–social, foi percebido baixa auto-estima ,além de sentimentos de rejeição pelos colegas de sala (afirma que os colegas não gostam dele).Não há vínculo algum com professora e com a aprendizagem -não soube falar o nome da sua professora.
     No aspecto pedagógico foi perceptível um déficit considerável nas atividades de lectoescrita, ainda escreve misturando  letras cursivas com manuscrita ,não tem noção de pontuação,quando e o que escreve com letra maiúscula,ortografia,troca de letras.Exemplo;troco/trogo -o/u [...].Possui Facilidade/habilidades em realizar cálculos mental e aparente dificuldade em sistematizar os cálculos.Estando assim com o nível abaixo da série que se encontra.
      O paciente traz um histórico de vida marcada por um contexto neurológico ainda não devidamente tratado uma ausência de vínculo com a aprendizagem,dificuldade de se relacionar com as pessoas ,configurando-se uma carência psico-afetiva.O meio social em que convive que não possibilitou contrações enriquecedora quanto ao seu mundo.
      Para reversão do quadro que se encontra faz-se necessário que sejam estabelecidas ,estímulos significativos entre – psicopedagogo---Psicólogo---fonoaudiólogo---neuropediatra---pedagogo –para que o paciente estruture novas formas de pensar,com a ajuda de uma equipe multiprofissional.   Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
                                                                        
                                                                                                                 Atenciosamente,

       

   ______________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
/silviabbcc@yahoo.com.br
Várzea Nova– BA, 17/12/2015/3659-2133
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Data de Nascimento: 30/11/2009
Período de Avaliação;04/07
Creche Municipal O Pequeno Príncipe
Série ; Maternal
Validade: 06 meses

                                                         Devolutiva Pedagógica


Em nível de socialização das informações sobre o paciente segue abaixo a descrição resultante da análise e avaliação.
O aluno foi encaminhado para o atendimento psicopedagógico pela professora com a queixa; O aluno tem dificuldade de dicção, baixa visão ,ainda não possui controle esfincteriano resolvido.
Durante a sessão lúdica, o aprendente não conseguiu realizar a atividade - costurando macarrão, desafio: confeccionar corrente com cordão+macarrão, sua visão é subnormal (o estrábico corresponde à perda do paralelismo entre os olhos. Existem três formas de estrabismo, o mais comum é o convergente (desvio de um dos olhos para dentro), mas podem ser também divergentes (desvio para fora) ou verticais (um olho fica mais alto ou mais baixo do que o outro).)[... O estrabismo é corrigido com óculos ou cirurgia. O protetor ocular ou oclusor visa o tratamento ou a prevenção da ambliopia, não interferindo no desvio. Esses procedimentos são realizados pelo médico oftalmológico. Opera-se o estrabismo que não é corrigido com óculos ou a parte que os óculos não conseguem corrigir. O estrabismo que se corrige com óculos é chamado de acomodativo e está relacionado, em geral, à necessidade de correção do grau de hipermetropia. Somente os desvios latentes e os intermitentes pequenos é que são passíveis de serem auxiliados pelo Ortoptista com exercícios chamados ortópticos. Pelas implicações de perda de visão, bem como pela possibilidade de ser manifestação de outras doenças, os pacientes com estrabismo devem ser examinados por um oftalmologista se houver suspeita de desvio ocular.]Manuseou livros demonstrando gosto pela leitura.Por conta do seu déficit visual,não foi possível detectar,relatar seu nível na lectoescrita.
Sugere-se acompanhamento no AEE- Atendimento Educacional Especializado em 2016 e acompanhamento olftalmológico.
        Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.                                                                                        
                                                                                                                                  

                                                                                     Atenciosamente,
                   
                                                                           ________________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
/silviabbcc@yahoo.com.br
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Nome: Cássio
D.N:
Período de Avaliação:
Escola: Ariobaldo Oliveira
Série: 5º Ano

                                   Devolutiva Pedagógica

                Em esclarecimentos das atividades psicopedagógicas realizadas com o paciente, segue abaixo o informe, resultado da análise e avaliação.
                O aprendente foi encaminhado pelo professor com a queixa: Durante todo o processo de investigação o aprendente mostrou apático, interesse momentâneo ao realizar as atividades propostas nas terapias. Em alguns jogos pedagógicos consegue a partir da explicação compreender as estratégias e resolver o que lhes é proposto nos jogos. Muito calado e ansioso (rói unhas)- Roer as unhas por uma série de motivos, entre eles curiosidade, tédio, para diminuir o estresse, por hábito ou por imitação. Roer as unhas é a mais comum das "manias" infantis, que também incluem chupar o dedo, colocar o dedo no nariz, enrolar os cabelos e ranger os dentes. 
          É também a mania que mais tende a continuar na vida adulta.
Crescer pode gerar ansiedade no INDIVÍDUO, e muitas das tensões e pressões que a criança sente são invisíveis aos olhos dos adultos
http://brasil.babycenter.com/a25007781/crian%25C3%25A7as-que-roem-as-unhas#ixzz44DbRU1zp                                                                                                                              
       Mora com a avó materna tem pai, mãe e irmão mais novo que moram em Salvador. Percebe-se um pré-adolescente solitário, disse ter só dois amigos, pois os demais lhe perturbam, chamam-no de magrelo, sobre bulliyng na escola, (Pesquisa realizada em 2008 em seis estados brasileiros apontou que 70% de 12 mil alunos consultados afirmaram ter sido vítimas de violência escolar. Entre as formas mais comuns, está o bullying, comportamento que inclui atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro.)

            Compreende-se que agressões físicas ou perseguições psicológicas são tão antigas quanto a cartilha, mas somente nos últimos anos, com a popularização da palavra bullying, é que vêm sendo de fato levadas a sério. O termo designa um tipo de violência escolar, quase sempre interpretada por um grupo contra um indivíduo. É caracterizada por insultos, apelidos provocativos e humilhações. Todo este contexto pode estar provocando um comportamento grosseiro com a avó, ele aparentemente não se conforma em morar distante dos pais e irmão.

                Possui aparente dificuldade (medo) na matemática, leitura e interpretação da mesma – necessitando de um acompanhamento e avaliação do fonoaudiólogo e psicólogo. Ele lê convencionalmente com dificuldades na fluência, pressupõe que o hábito pela leitura não é uma Constancia na sua vida estudantil e familiar. Mediante sua grande dificuldade com a matemática, foi solicitado à compra de uma tabuada para orientação de estudo.
                Durante o período de atendimento semanal de 40 minutos de análise psicopedagógica e intervenção, foram utilizados os seguintes instrumentos:Sessão lúdica;Provas projetivas;EOCA;Anamnese com a avó materna;Provas operatórias;Testes de psicomotricidade;Jogos e atividades;Jogos pedagógicos.
Mediante a estes instrumentos, o aprendente demonstrou grande dificuldade na matemática, e défict afetivo materno e paterno,necessitando urgente de  um atendimento psicológico,para averiguar seus sentimentos de rejeição e ansiedade que o leva a roer unhas
Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente, --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
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Nome: D. M. S. O.  14 anosResultado de imagem para PSICOPEDAGOGIA
D.N. [...]      Série 5º ano
Escola: Aderbal César de Oliveira
Período de avaliação: 03/08 a 01/10/2015

                                                 Devolutiva Pedagógica
           
            Em nível de socialização das informações segue abaixo descrição dos resultados da análise avaliativa psicopedagógico.
Este paciente foi encaminhada para uma avaliação pelo professor com a queixa: O aluno é repetente 2 anos no quarto ano, atualmente no 5º ano e todo um rendimento satisfatório, pois tem dificuldade em leitura e de compreender os conteúdos. Quando uma frase ou palavra é ditada para que o aluno a escreva o seu nível de escrita é silábico sem valor-sonoro, quando faz pelo quadro é um bom copista. É um excelente aluno em comportamento e devido a sua idade o encaminha para uma observação.
     Apesar da queixa relatada mostra-se interessado pelas atividades  propostas.A principio na sessão lúdica, jogo no computador, confirma-se a queixa explicitada. Revelou nunca ter manuseado um computador, compreendeu a consigna dada e gostou do jogo de matemática online, CONFIRMA-SE que AINDA não lê; Embora em outros momentos teve dificuldade em compreender o que lhes é solicitado. Sua fala tem coerência, embora o que escreveu não é incoerente na fala.
            Constata-se no aspecto afetivo-social autoestima baixíssima. Além de sentimentos de desproteção pelo pai, extremamente calado, olhar sem vida/brilho, tristeza aparente e permanente no rosto, ausência total de sorriso sempre apático, cabeça baixa, e as vezes cabeça apoiada nos braços sobre a mesa. Só responde algo quando lhes é questionado. Segundo relata sua mãe o mesmo já tentou contra sua própria vida, sobe na parede com medo, seu pai é alcoólatra, provoca-o diariamente com brincadeiras de mau gosto e recebe muitas criticas pejorativa do pai e do irmão mais velho, por gostar de dançar, de apresentações coreográfica/teatral, segundo seu pai a dança não é para homem ,o mesmo sente-se humilhado. Possui vínculo positivo com sua mãe que o protege contra estas agressões familiar. Seu emocional desestabilizou muito mais após a morte de seu avô materno o qual venerava. Assim sugiro um acompanhamento psicológico urgente,bem como uma avaliação fonoaudiológica e neurológica.
Vínculo negativo com a aprendizagem e da pessoa que ensina, em desenhos projetivos,especificamente na paisagem da sala de aula,-desenhou ELE e uma professora( esta do ano anterior) -no entanto estuda com um PROFESSOR.
            Constata-se uma inibição de grande relevância de fundo emocional e ou de ordem das relações, falta de vínculo afetivo com o docente, fatores estes que estão interferindo significativamente no seu insucesso escolar e de vida diária.
           No aspecto pedagógico apresenta dificuldades próprias - tipo:O que escreve está distante do real/convencional;tanto palavras soltas como frases.Algumas dificuldades não foram possíveis de serem identificadas,por isso as indicações dos profissionais supracitados na busca de um diagnóstico que ajude o aprendente a avançar na vida escolar e diária.Pois vários fatores estão impedindo que ELE estabeleça vínculo com o conhecimento,devido a falta de construção com as aprendizagens.Enquanto que na área cognitiva detectaram-se dificuldades de lectoescrita,embora tenha facilidade e boa memória em decorar textos e coreografias, (segundo relato de sua mãe),toca na fanfarra.
          Assim, faz-se necessário para 2016 urgentemente uma avaliação com o neuropsicólogo e fonoaudiólogo para comprovação ou descarte de algo a mais do que a defasagem idade/série /conhecimento.

 Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.

            Atenciosamente,


______________________________
  Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
  Psicopedagoga CBO 2394-25
  Especialista em AEE
  silviabbcc@yahoo.com.br
   Várzea Nova– BA,
  17/12/2015/3659-2133


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Nome: Elionai Souza Silva 
D.N:
Período de Avaliação:
Escola: Norma Luíza Gonçalves Medeiros
Série:
Validade: 06 meses
                                                    Devolutiva Pedagógica

            Objetivando a socialização das informações pertinentes aos interessados – escola/família – segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação da paciente que foi encaminhado pela professora com a seguinte queixa:
           
Mediante queixa supracitada, a paciente caracteriza-se com muita timidez, sofre bullying na escola.
            O período de atendimento foi de uma vez semanal com a duração de 40 minutos de análise diagnóstica e intervenção psicopedagógica. Foram utilizados os seguintes recursos:

Estes não foram utilizados de forma integral, visto que sua família passou por conflitos emocionais, os quais atrapalharam sua freqüência nas terapias, prejudicando uma melhor interpretação de suas dificuldades na sala de aula.
            Durante as atividades e jogos realizados nas sessões, a aprendente mostrou-se questionadora, teve iniciativa, gosta de arte (desenho e pintura). Nas questões direcionadas à lectoescrita
, aparentemente possui dificuldade na escrita espontânea, não tem firmado ainda a resolução das operações matemáticas de forma convencional.
            Os dados colhidos até agora são insuficientes para uma avaliação mais precisa. Assim, faz-se necessário que o processo avaliativo tenha continuidade e que seja realizada uma avaliação médica (neurológico-psicológica), para diagnostico ou descarte de possíveis alterações neurológicas e/ou psicológicas que gerem problemas relativos à dificuldade de assimilação dos conteúdos pedagógicos e.
            A priori sugere-se continuidade ao atendimento psicopedagógico em 2016, após as providências solicitadas acima.

Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.

Atenciosamente,


_________________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira                                                  
Psicopedagoga CBO 2394-25   / Especialista em AEE                                        
 /silviabbcc@yahoo.com.br  Várzea Nova– BA, 17/12/2015  (74)3659-2133

Informe Psicopedagógico (Valido por 6 meses)






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Nome: F.L.de S.
Data Nascimento: 26 de Abril de 2007
Escola: Norma Luiza Gonçalves Medeiros
Período de Avaliação: 22/07 a 02/09/2015

Este documento objetiva alcançar informações sobre a paciente Flavia Laranjeira de Souza, 8 anos, a mesma foi encaminhada pela docente com a seguinte queixa: Apresenta dificuldades para compreender os conteúdos e guardar informações principalmente as que necessitam de leitura, escrita e interpretação. Com muita dificuldade compreende somente o que é dito diretamente a ela. A mesma esquece muito rápido o que esta fazendo.
No período supre citado foram realizados atendimentos semanal com a duração de 40 minutos de análise diagnósticos e intervenção psicopedagógico. Os seguintes recursos foram utilizados:I – Enquadramento com o pai e a mãe II – Sessão Lúdica III – E. O.C.A IV – Anamnese com a mãe V –Protocolo de informações Social com a paciente VI – Provas Operatórias – PIAGET – Inclusão de Classe / Classificação e Conservação de Comprimento.VII – Provas Projetivas (Jorge Visca) Desenham em episódios, quebra-cabeça.VIII – Provas Pedagógicas, Lecto escrita, frases inacabadas, ditado Emilia Ferreiro, leitura de livros infantis.
       Foi possível verificar situações com a queixa apresentada pela professora. A paciente foi diagnosticada, ao realizar o teste do pezinho com o traço falsêmico ou alteração genética, doença hereditária, não é contagiosa e não tem cura. Os motivos são multifatoriais segundo pesquisa, em crianças o traço falsêmico provoca retardo do crescimento e maturação sexual, dificuldade de aprendizado e memorização, interferindo assim, em seu desempenho escolar.
No aspecto corporal, a analise feita foi perceptível ter consciência do seu próprio corpo. Quanto à lateralidade obedeceu bem aos comandos demonstrando domínio correto. Na orientação temporal apresenta noção de tempo.
Na área cognitiva detectou-se que a paciente está no desenvolvimento de conservação. Reconhece letras e números, cores, faz leitura imagética, sabe a função de objetos, tem iniciativa, questionadora, esperta.
      Não ler convencionalmente, embora compreenda leitura de outras. Repete sempre não lembro, eu vivo esquecendo. Após desenho, na oralidade descrevendo o não existe coerência. Escreve silabando coerentemente e escreve letras aleatórias estando na hipótese pré-silábica, dificuldades no raciocínio lógico matemático.
No aspecto pedagógico nada foi visível como entrava para o estabelecimento de vínculo com o conhecimento. Quanto ao nível efetivo-social, acharam-seque é uma criança feliz, bem assistido pela família e na escola pela professora, incluso positivo com a aprendizagem. Segue abaixo recomendações à família e à escola: Encaminhar a aprendente para Sala de Recursos Multifuncional para o Atendimento Educacional Especializado, objetivando estimular várias formas de aprender, através de um conjunto de procedimentos específicos mediadores dos processos de apropriação e produção de conhecimentos, que pode ser por curto, médio e longo prazo.
Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.


Atenciosamente    ----------------------------------------------------------------
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394 Especialista em AEE
/silviabbcc@yahoo.com.br Várzea Nova– BA, 17/12/2015 
(74)3659-2133

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Nome: G. da C. S.
D.N: 05/07/2003
Escola: Norma Luiza Gonçalves Medeiros
Periodo de Avaliação: 18/05 à
Série: 3º Ano
DEVOLUTIVA

Declarando que o paciente Givaldo da Cruz Souza, reprovado por 4 vezes no 3º ano do Ensino Fundamental I, foi encaminhado pela professora com a seguinte queixa; Dificuldade de aprendizagem, o aluno ainda não conhece todas as letras, só escreve e reconhece o primeiro nome, o sobrenome só com apoio.Mediante avaliação psicológica, confirma-se a queixa apresentada. Neste período os instrumentos utilizados foram:
·         I Enquadramento
·         II EOCA
·         III Verificação de atividades pedagógicas
·         IV Provas operatórias
·         V Protocolar de informações social
·         VI Provas projetivas (nesta fase da avaliação o paciente não retornou). Embora todo período de avaliação foi interrompido/fragmentado por sua frequência irregular à terapias.
·         VII Amamnese com[...]
Constatou-se que o paciente necessita de uma maior investigação com um neuropediatra e psicólogo, embora em 2013 tenha realizado um encefalograma que retrata normalidade.
Observou-se que no aspecto corporal, o paciente demonstrou ter consciência do seu corpo e funcionamento. Na orientação temporal há um pequeno déficit.
Na área cognitiva detectaram-se dificuldades já citadas na queixa, além da limitação no raciocínio lógico matemático, não reconhecendo vogais/consoantes, apresentando está no nível Hipótese pré-silabico-intermediário não estabelecendo vinculo entre a fala e a escrita, supõe que para poder ler coisas diferentes deve haver alguma diferença objetiva nas diferentes escritas, começa a diferenciar a escrita das imagens e os números das letras.
No nível afetivo-social observou-se um individuo feliz, de um contexto familiar harmonioso, embora perceba uma distancia dos pais no que se refere a importância da escola e acompanhamento extra-classe / escolar;
No aspecto pedagógico não foi aclamado algum entrave que dificulte o estabelecimento de vínculo com o conhecimento.Mediante aos resultados obtidos durante está investigação diagnostica (mesmo incompleta por falta da paciente sem justificativa da família) faz-se necessário o estabelecimento de estímulos significativos e diferenciados para uma melhor estruturação nas formas do paciente pensar e aprender.
Sugiro uma reavaliação neurológica e psicológica, onde a partir do diagnóstico poderá dar um norte para o ensino aprendizagem deste aprendente
Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25   Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br     Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133

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Nome: Ingred Raquel
Data de nascimento: 12/12/2006
Período de avaliação:
Escola: Complexo Reginaldo Silva Macedo
Série: 3° ano
Validade: 6 meses

Devolutiva Pedagógica

            A título das informações segue abaixo informações resultante da análise e avaliação piscopedagógica com a paciente supracitada.
            A paciente foi encaminhada para o acompanhamento psicopedagógico em primeiro momento pela mãe alegando que sua filha tem dificuldades na escola, ficando assim esperando uma vaga de atendimento, no segundo momento o encaminhamento veio do médico psiquiatra uma requisição. A paciente ficou estabelecido de ser atendida, uma vez por semana na quarta-feira de 9:40 às 10:20, 40 minutos de terapia.
            Queixa oral de sua genitora em 08/07/2015- Não quer ir a escola pois sofreu agressões dos colegas, ano passado na Escola, não sabe se ela é distraída ou preguiçosa, tem dificuldade na leitura, na escrita, péssima, não sabe ler, segundo relato da mãe. O enquadramento com a segunda genitora foi realizada em
Demonstrou muito interesse e conhecimento sobre a atividade, bem comunicativa. Disse está gostando da troca da professora do matutino que não lhes dava atenção, amando agora estudar com a professora Irvys no turno vespertino. Relatou ter 5 irmãos. Diego 15 anos, Letícia 21, Igor 13, Naiane 15 e Franciele com 18 anos; Leticia casada e tem um filho de 4 anos, mora em Goiânia, Franciele solteira em SSA, Diego solteiro Igor, ela e Naiane moram com a mãe em Várzea Nova, conclui-se que sua mãe conviveu com dois indivíduos, pois os seus irmãos mais velhos não são filhos de seu pai, só os seus irmãos mais velhos não são filhos do seu pai, só os dois mais novos.Os atendimentos previstos de 08/07  a  11/11/ 2015, para o diagnostico foram os seguintes recursos qualitativos:1Anamnese com a mãe;2Eoca: não compareceu;3Sessão lúdica: se esta foi realizada ;4Testes operatórios: não compareceu;5Testes projetivos: não compareceu;6Testes de psicomotricidade: não compareceu.
 Na única seção lúdica foi realizado um jogo com o tangam onde foi solicitado da aprendente que:
ü  Criação e montagem de imagem;
ü  Seleção de peças por cor;
ü  Seleção de peça por forma;
ü  Seleção de peças por tamanho;
ü  Denominação oral e escrita das formas.
   Contudo a paciente realizou com sucesso todas as etapas propostas. Assim por falta de assiduidade ao atendimento,não  foram utilizados os recursos avaliativos necessários para uma avaliação psicopedagógica os dados colhidos até então são insuficientes para uma avaliação mais precisa. Foi possível verificar superficialmente que existe uma história escolar marcado por conflitos presenciados pela criança, embora seu discurso e informações sigam um roteiro coerente de fatos reais.
No nível afetivo-social, pressupõe-se que exista um déficit na autoestima, dificuldade de vínculo afetivo com a professora do turno matutino. Assim faz-se necessário a continuidade do processo avaliativo psicopedagógico, para confirmação ou descarte da queixa apresentada pela mãe da paciente. Sugiro uma avaliação psicológica para verificação dos aspectos emocionais.
            Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.

Atenciosamente,

      _____   _________________________
           Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
 Psicopedagoga CBO 2394-25 Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133


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Nome: K. M. O.
D.N: 20/11/2007
Escola: Norma Luiza Gonçalves Medeiros
Período de Avaliação:
Série: 2º Ano
Devolutiva Pedagógica

Este informe possibilita a socialização das informações resultante da análise avaliativa psicopedagógica:
A paciente foi encaminhada pela escola, especialmente pela professora que relata na sua queixa: O aluno apresenta dificuldades na aprendizagem no que se refere à leitura, escrita e principalmente nos conteúdos matemáticos, não reconhece o traçado numérico, não consegue realizar a contagem oral a partir do numero 15. Apresenta dificuldade de concentração e atenção na aula. É super agitada na sala. Confirma a mãe sua falta de concentração.A avaliação dar-se com um encontro semanal de aos minutos de analise diagnostico. Nestas sessões foram utilizados os seguintes recursos avaliativos:I Enquadramento;II Sessão Lúdica;III EOCA;IV Provas Operatórias;V Provas Projetivas; VI Entrevista com a professora; VII Jogos Pedagógicos e online; VIII Anamnese com a mãe;
Nesta avaliação foi possível verificar todas as situações relatadas na queixa, mediante suas limitações especificas. E alguns traços de TDHA /dislexia, necessitando de uma investigação pela área da psicologia e neuropediatra para confirmação ou  não da suspeita levantada durante o processo avaliativo.
No aspecto corporal, o paciente demonstra ter consciência do seu próprio corpo. Quanto a lateralidade e psicomotricidade percebe-se um déficit.
Na área cognitiva, aonde lê silabando, diferencia letras de números, tem iniciativa, sua pegada no lápis é superficial sua escrita está Pré-silábica nível 2 Intermediária I, Começa a ter consciência de que existe alguma relação entre a pronuncia e a escrita. Sempre disposta a realizar as atividades.
No nível afetivo social, foi percebida uma carência afetiva fora do padrão – embora os pais estejam juntos – muito preocupado, sensitivo, ansioso, seu emocional atrapalha seu desempenho nas atividades: - Conflito matrimonial dos pais –.
No que tange os aspectos pedagógicos, o paciente apresenta dificuldades próprias, impedindo que se estabeleçam um maior vínculo com o conhecimento de vida a sua ansiedade. Em meio as percebida / diagnosticado nesta avaliação solicitamos dos pais um encaminhamento do paciente a um psicólogo, fonoaudiólogo e ao neuropedriata para uma avaliação que possa confirmar ou não as hipóteses levantadas. Assim faz-se necessário que sejam estabelecidos estímulos significativos para que se estruturem novas formas de pensar e agir.

Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,

                 _________________________
             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira                                                 
 Psicopedagoga CBO 2394-25  /Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br  Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133


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Nome: L. S. A.
Data de Nascimento: 02/04/2006
Período de avaliação:
Escola: Norma Luiza Gonçalves de Medeiros
Série:
      

Devolutiva Pedagógica

           Objetivando a socialização das informações segue a baixo, o informe  resultado da analise e avaliação:
Ø  1- O paciente inicialmente foi encaminhado pela professora com a queixa: É agressivo, inquieto, não responde a chamada, não assimila conteúdos, não sabe segurar o lápis, não tem coordenação motora boa, grita o tempo todo, só quer ficar correndo no pátio pega lanche dos colegas (em 12/04/2015).
Ø  2- Em 15?06/2015 recebido uma 2ª solicitação de um neurologista (que o pai o encaminhou em 07 de maio de 2015).
Ø  4-A queixa relatada pela professora contempla 80% de confirmações  nos atendimentos,descartando a agressividade e inquietude exacerbada responde sim a comandos embora não compreenda AINDA (por não ter sido estimulado ou por déficit cognitivos que devem   ser investigado com mais precisão por uma equipe de multiprofissionais- neurologista  ou/e neuropediatra,psicólogo.
Atendimento iniciado em julho, e ainda em andamento , com um   encontro semanal de 40 minutos de analise diagnóstica. No diagnóstico foram utilizados os seguintes recursos avaliativos:Entrevista com o professor;Sessão lúdica;Entrevista Operatória Centrada na Aprendizagem- EOCA;Verificação de atividades pedagógicas;Desenhos projetivos: casa/família/árvore;Testes de psicomotricidade;Provas operatórias;Anamnese com os pais (pai/mãe) –(individualmente);Provas projetivas.
   Foi possível constatar que o comportamento do aprendente mediante aos objetivos de avaliação utilizados, que se suspeita de déficit cognitivo em atividades básicas como nomeação oral de objetos diversos ,Leonardo não os identifica corretamente ,exemplo:boneco ele responde porquinho entre tantas outras[...]
   Reconhece as partes do seu corpo , unha,cabeça [...] Numa contação de historias ,e a mesma história ouvida pelo aluno no computador ,ele não foi capaz de interpretá-la ou recontá-la;possui dificuldades neste contexto,embora relembre e relate fatos reais que aconteceu com ele no cotidiano,atendimento anterior no que diz respeito a eventos da vida diária (que a corrente da bicicleta caiu [...]Há uma oscilação conceitual de uma aprendizagem convencional,não consegue reter informações ; não conhece ainda cores,formas;repete muito o que se fala com ele;suas conversas não tem fundamentos,seqüência lógica e conexão com a realidade.As suas características físicas assemelham-se com indivíduos que possui ser mucapolissacaridose ou MPS- doença genética do metabolismo. Existem seis tipos conhecidos da enfermidade – a síndrome de Hurler,Hunter,Samtilippo,Márquio ,Marateaux,Lamy e Sly.Esta suspeita de ser investigada mais seriamente ,pois foi sinalizada em 2013,no relatório do psicopedagogo Raimundo Nonato Filho Marques Magalhães.(em anexo)  Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
                                                                    Atenciosamente,

                                                          ________________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE/silviabbcc@yahoo.com.br Várzea Nova– BA, 11/12/2015/3659-2133                                                                                        

Nome: L.H.O. N.Resultado de imagem para PSICOPEDAGOGIA
Data de Nascimento: 04/03/2008
Período de Avaliação:
Escola: Aderbal César de Oliveira
Série: 1º ano
Devolutiva Pedagógica

            Objetivando socialização das informações, segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação psicopedagógica.
            O paciente foi encaminhado para acompanhamento psicopedagógico pela mãe, onde a professora relata na queixa: o aluno é disperso em classe, apresenta dificuldade em leitura, raciocínio lógico matemático, desinteresse na aprendizagem e não cumpre com as atividades estabelecidas. O aluno às vezes demonstra um pequeno interesse.
            O aprendente demonstrou interesse na realização de todas as atividades propostas neste espaço. Durante a sessão lúdica com o alfabeto móvel ilustrado soube letra inicial e contar, discordando 100% da descrição da professora, visto que o aprendente tem 07 anos e está em processo de alfabetização.
A criança não cumpre com atividades? Em observação ao seu material  de estudo ( novembro de 2015),  não há 10% de atividades referentes ao ano letivo de 2015. Em provas projetivas (DESENHO), o aluno relata que não aprendeu nada e que não tem dever para ele. O que o aluno ainda não sabe, pressupõe que seja por dispedagogia e não por dispersão e falta de interesse.       
 Segundo relato da mãe o que o aprendente sabe foi desenvolvido na creche em 2014 – seu pré nome / desenhar/distinguir letras de números, reconhece as cores, contou até 40 com apoio, sem apoio contou até 28 - Daí em diante não houve avanços nas séries subseqüentes.
Durante o período de avaliação psicopedagógica foram planejados para os encontros semanais de (1) uma vez, duração de 40 minutos, e foram utilizados os seguintes recursos avaliativos:
·         Sessão lúdica;
·         EOCA;
·         Anamnese com os pais;
·         Verificação de material escolar;
·         Testes de psicomotricidade;
·         Provas operatórias;
·         Provas projetivas;
·         Provas pedagógicas;

Embora só foi possível realizar com aprendente a sessão lúdica, observação do caderno e provas pedagógicas com jogos online e pedagógicos. Assim os dados colhidos até agora são insuficientes para uma avaliação mais precisa. Foi possível perceber que existe um histórico de vida escolar marcado por falhas no seu processo continuado de alfabetização, sugerindo mudança da sala da professora deste ano de 2015. A permanência com a referida professora dificultará a sua formação e vínculo com a aprendizagem.
A priori terá em 2016, continuidade no atendimento psicopedagógico.
Orientação a escola;
Orientação a família;
Coloco-me à disposição para outros esclarecimentos.

                          Atenciosamente.
                           ________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
silviabbcc@yahoo.com.br
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Nome: M F de J.
D.N:
Escola: Norma Luiza Gonçalves Medeiros
Período de Avaliação: 15/07 à
Série :
                                                              Devolutiva Pedagógica

A titulo de socialização das informações segue abaixo o informe, resumo da análise a avaliação psicopedagógico
O paciente foi encaminhado para o espaço psicopedagógico pela escola/ professor com a queixa: O aluno apresenta grandes dificuldades na leitura e escrita, concentração e em conteúdos matemáticos, às vezes parece estar em outro mundo, é preciso muito insistência da pró para ser ouvida. Fica o tempo brincando em seu mundo de faz de conta.
Demonstra muita apatia, tranqüilidade incomum, fala baixa demasiadamente, e só fala / interage quando estimulado e momentaneamente, passivo, não reage frente as atividades a serem desenvolvidas, sem iniciativa, durante as sessões abre a boca a todo o tempo, (segundo relato de sua mãe na anamnese não toma medicamento) aparentemente sempre com a fisionomia cansada e sonolenta – Em casa sua mãe descreve-o como uma criança lenta, não consegue passar recados corretos, pois esquece.
Na área cognitiva variantes foram observadas: Não descreve fatos, não sabe relatar onde mora, idade de seu irmão, a sua própria idade – contou nos dedos e disse: 7, na maioria dos questionamentos lhes dirigidas balança a cabeça negativamente, emitindo falar, não sabe a sério que estudo (disse ter esquecido. Ainda se encontra na estágio pré-operacional segundo Piaget. Há uma limitação considerável no raciocínio lógico matemático e na construção lingüística, apresentando leitura e escrita de nível pré-operatório – por justaposição. Não existe classificação seriação, inclusão reversibilidade [...] Ainda não reconhece todas as letras do alfabeto.
No nível afetivo social através dos ---- projetivos, foi perceptível baixa autoestima, além do sentimento de desproteção e abandono da figura paterna, após anemenese com sua mãe ficou claro que o paciente traz um histórico de vida marcado por uma ausência de vinculo paterno – O pai não compareceu ao espaço psicopedagógico para uma conversa / orientação.Constata-se que os fatores que interferem em seu desenvolvimento são multifacetários.
Entretanto no aspecto pedagógico alguns traços relevantes foram levantado, que possa se dificultar da não aprendizagem do paciente , a ex. Mutismo seletivo - Crianças muito quietas, que na escola falam pouco com os colegas e têm dificuldade para responder às perguntas do professor, costumam ser classificadas de tímidas. As crianças com esse perfil podem, na verdade, sofrer de um distúrbio de fundo emocional: o mutismo seletivo. Em casa essas crianças conversam normalmente com os pais e brincam com os irmãos, entretanto, quando um adulto de fora do círculo familiar ou outra criança estranha lhes dirige a palavra, elas permanecem mudas.

As complicações e dificuldades geradas pelo mutismo seletivo são muitas. Às vezes essas crianças não conseguem nem pedir para ir ao banheiro na escola. Segundo divulgado pela revista Veja (edição de 10 de maio de 2006), até há pouco tempo pensava-se que esse distúrbio atingia uma em cada 1 000 crianças, mas recentemente, um estudo desenvolvido pela American Academy of Child and Adolescent Psychiatry mostrou que essa proporção é de sete para 1 000, o que torna o mutismo seletivo duas vezes mais freqüente do que o autismo_

Mediante a configuração de uma efetiva carência psico afetiva – especificamente paterna faz-se necessário um acompanhamento psicológico sistemático, bem como um psicólogo pediatra, clinico ou neuropediatra para uma investigação / avaliação médica para dia que possam gerar problema na sua dificuldade em aprender, interagir com o outro.
Após está avaliação médica a escola e a família pode  TOMAR AS MEDIDAS CABÍVEIS PARA O PACIENTE.

Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
                 _________________________
             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira                                                  
Psicopedagoga CBO 2394-25 / Especialista em AEE                                       
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Nome: Marlon Silva Santos

Data de Nascimento: 16 de  dezembro de 2009
Creche Municipal o Pequeno Príncipe
Série; Maternal
Período de Avaliação: 06 meses
                                                        
                                          Devolutiva Pedagógica

            A título das informações segue abaixo descrições resultante da análise e avaliação.
            O paciente foi encaminhado para acompanhamento psicopedagógico pela professora do ano de 2014, a professora saiu desse ano descreveu a queixa: O aluno não conseguiu concluir as atividades, desviando sua atenção para brincadeiras, distraí-se facilmente com estímulos do ambiente. Consegue escrever seu nome com apoio do crachá, relaciona números com quantidade com intervenções da professora.
           Apresenta dificuldade de se relacionar, demonstra impaciência-comportamento agitado.
           Há um encaminhamento para este espaço da psicóloga Lidiane de Castro de 02/12/2014.
                                                                           
                                                                                  Atenciosamente,
                                                                                                                
                                                                 ____________________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
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Várzea Nova– BA, 17/12/2015/3659-2133

                        









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Nome: M. A. dos S.
D.N: 14/10/15
Escola:Norma Luiza Gonçalves  Medeiros.
Período de Avaliação:

  A título de socialização das informações psicopedagógica, segue abaixo o informe, resultante da análise e avaliação.
Este paciente foi encaminhado para avaliação psicopedagógica pela professora com a queixa: O aluno apresenta várias dificuldades: Leitura, escrita, na fala linguagem oral; Conteúdos matemáticos; concentração, atenção, rebeldia, agressividade, inquietação na sala; compreende somente o que é dito diretamente a ele; Relacionamento com os colegas.
   No período de atendimento, os encontros foram semanais, um dia, duração de 40 minutos de análise diagnóstica. Nestes momentos os seguintes recursos avaliativos foram utilizados.
·         I - Sessão Lúdica e Enquadramento;
·         II - EOCA
·         III – Desenhos projetivos; amigos.
·         IV – Provas operatórias: Conservação de massa/ de comprimento/ Seriação
·         V – Provas pedagógicas: Ditado/ operações matemáticas
·         VI – Provas projetivas: Par educativo
·         VII –Protocolo de Informação Social
·         VIII – Anamnese com a vó paterna;
Após a avaliação realizada, parte da queixa citada pela docente confirma-se: Concentração, atenção e inquietação. Os demais aspectos são negativados, pois ficou evidente a falta de vínculo com a aprendizagem, com a pessoa que ensina. Sugere-se e se faz necessário MUDANÇA DE DOCENTE,POR FALTA DE VÍNCULO AFETIVO ,repensar novos estímulos significativos para o paciente e se possível a escola possibilitar a troca de sala para viabilizar o ajustamento necessário para o bem estar do aluno no que se refere ao aprender.
O paciente trás consigo um histórico de vida marcado por uma ausência paterna – Órfão desde os sete meses, abandonado pela figura materna, que tem outros filhos e os cria, mora com a vó, que ele diz amar muito, embora estes aspectos todos interfiram na sua  vida emocional, pois é filho único de seu pai e mãe sendo que tem 4 irmãos, dois só de seu pai e 2 só de sua mãe. Contexto confuso para uma criança de 7 anos. Mesmo com o apoio de sua avó e tios, tem impregnado sentimentos de desproteção e abandono materno, o que dificulta a formação dos vínculos importantes para o seu desenvolvimento efetivo com a aprendizagem. A ausência deste vínculo materno fica configurada, uma carência psico-afetiva, onde a meio social que convive não consegue possibilitar construções enriquecedoras quanto ao seu mundo.Sugiro um acompanhamento sistemático de um fonoaudiólogo e psicológico.
Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.


Atenciosamente
    _________________________
             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira                                                  Psicopedagoga CBO 2394-25                                  Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br                                                    Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133



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Nome: R. V.F.P.
D. N: 08/03/2005
Período de Avaliação:
Escola: Ariobaldo de Oliveira
Série: 5º Ano
DEVOLUTIVA
A título de socialização das informações resultando da análise e avaliação psicopedagógica semanal com a duração de 40 minutos, segue abaixo a descrição das ações.
O paciente foi encaminhado para este espaço em 26/08/2015, pela professora com a seguinte queixa: o aluno mostra habilidade em algumas atividades, porém distrai-se com facilidade. É bastante tímido, não participa oralmente das aulas dificultando a aprendizagem. Esquece freqüentemente o material didático e não realiza a atividade extraclasse.
Apesar da queixa apresentada, mostra grande interesse em todas as atividades oferecidas neste período, não foi visualizado distração neste período. O aluno chegou timidamente – perceptível um medo aparente das cobranças pedagógicas da professora, falta de vinculo com a aprendizagem, por baixa afetividade da docente. Passada 2 sessões o aprendente tornou-se falante, questionador. Neste período de terapia foram utilizados os seguintes recursos avaliativos:EOCA;Verificação do material escolar;Provas operatórias;Provas projetivas;Provas pedagógicas;Protocolo de informação social;Anamnese com a mãe;
Constatou-se que no aspecto corporal, demonstrou ter consciência do seu próprio corpo. Quanto a lateralidade, obedeceu bem a todos os comandos avaliados mostrando domínio correto. Na orientação temporal, tem noção de tempo de acordo o esperado. Na área cognitiva está no nível operatório concreto, apropriado para sua idade.  Ler e interpreta convencionalmente e com coerência, gosta de ir à escola, realizou todas as atividades com gosto e zelo. Nesta área o que ficou mais evidenciado é o medo pela matemática, ou sua limitação natural na compreensão da mesma, esta dificuldade aparente tem trazido prejuízos no aprendizado acadêmico e emocional. No aspecto pedagógico foi evidenciado alguns aspectos citados na queixa pela professora.
No nível afetivo-social, foi percebido baixa auto estima, baixo nível afetivo materno e docente. O ultimo citado está afetando ao avanço na aprendizagem no que diz respeito a cálculos mentais, sendo considerada dentro da normalidade para idade/serie, uma metodologia mais dinâmica e concreta facilitaria, bem como doses de afetividade por parte da docente. Neste período sugeri a aquisição de uma tabuada e realizei as intervenções e orientação de estudo da mesma para casa. Seu sucesso na matemática depende de uma pratica pedagógica mais lúdica e com menos abstração.
Precisamos repensar nossas praticas, nós educadores não devemos chamar atenção para as dificuldades da criança, devemos intervir para sua superação, valorizando sempre suas potencialidades e atenção maior para os seus sucessos/conquistas. Contando sempre com o bom senso pedagógica de cada um buscando resgatar a autoconfiança do aprendente, melhorar a orientação didática pedagógica – intervir in loco nas dificuldades individuais de cada aprendiz.
Orientação à Escola:Buscar conversar com a professora sobre a relação afetiva com os alunos,bem como transferir o aprendente para outra sala de aula.Visto que: A educação afetiva deveria ser a primeira preocupação dos educadores, porque é um elemento que condiciona o comportamento, o caráter e a atividade cognitiva da criança. E o amor não é  contrário ao conhecimento podendo tornar-se lucidez, necessidade e alegria de aprender. Quando se ama o mundo, esse amor ilumina e ajuda a revelá-lo e a descobri-lo ( SNYDERS ,1986).
Entende-se que a escola é a continuação do lar, sendo que esta não pode se limitar a fornecer somente conhecimentos conceituais, mas contribuir para o desenvolvimento da personalidade de seus alunos em sua totalidade. A maior influência no processo escolar é exercida pelo professor que precisa ter o conhecimento de como se dá o desenvolvimento emocional e comportamental da criança em todas as suas manifestações.
Para que haja um desenvolvimento harmonioso é importante satisfazer a necessidade fundamental da criança que é o amor. (...) O professor, na sua responsabilidade e no seu conhecimento da importância de sua atuação; pode produzir modificações no comportamento infantil, transformando as condições negativas através das experiências positivas que pode proporcionar. Estabelecerá, assim, de forma correta, o seu relacionamento com a criança, levando-a a vencer suas dificuldades ( SOUZA, 1970).


Ø  Orientação à Família:Acompanhamento nas atividades extra classe diariamente,pois o aprendente necessita deste apoio especialmente em matemática. Analisando essa relação da família com a escola, percebe-se que alguns pais acompanham seus filhos á escola, e no seu desenvolvimento das atividades. Mas a maioria dos pais não tem essa responsabilidade de cobrar, verificar dar esse retorno que a escola e o aluno precisam. Pois como aponta Freire (1996, p.106) uma das tarefas pedagógicas dos pais é deixar óbvio aos filhos que sua participação no processo de tomada de decisão deles não é uma intromissão mas um dever,até desde que não pretendam assumir a missão de decidir por eles.A participação dos pais se deve dar sobretudo na análise,com os filhos,das conseqüências possíveis da decisão a ser tomada.
Sendo assim, a participação da família no acompanhamento no processo ensino aprendizagem é de suma importância para a criança na sua transformação de poder ter consigo um apoio familiar. Nesse sentido o brincar é significativo para a criança poder conhecer, compreender e construir seus conhecimentos através da brincadeira feita na escola ou em casa. "Para manter o equilíbrio com o mundo, a criança necessita brincar, jogar, criar e inventar.


             “A família é a base primordial da criança. E quando os pais se interessam pela sua educação, os alunos sentem uma maior motivação e desenvolvem atitudes positivas em relação à aprendizagem. Portanto, é de suma importância que ambas andem juntas, sempre tendo em vista o bom desenvolvimento infantil.”



                                   
              Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
               Atenciosamente,
______________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
silviabbcc@yahoo.com.br
Várzea Nova– BA, 17/12/2015/3659-2133



      

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Nome: R. M. da S.  
D.N:  19 /03 2003
Período de Avaliação: Maio a dezembro de 2015
Complexo Escolar Reginaldo Silva Macêdo
Série: 4º ano
            Devolutiva Pedagógica
A titulo de socialização das informações, segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação.
            A paciente foi encaminhada para este espaço pelo professor com a seguinte queixa: A aluna se recusa ajuda do professor nos trabalhos escolares,não interage nos momentos de leituras e outros.Mal comportada na sala de aula,as vezes agressiva com as colegas da sala.
Aprendente com – A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança- laudada, freqüenta a SRM/AEE desde os 05 anos onde sempre houve intervenções ludo pedagógicas bem como  o uso das tecnologias,  essas sempre direcionadas ao ensino aprendizagem, hoje com 13 anos, cursando 4° ano, ainda não alfabetizada e com as mesmas ....    
          Histórico familiar sem grandes conflitos, 100% de coerência entre a queixa e o comportamento observado durante as poucas sessões realizadas, durante o mês de maio a dezembro à aprendente freqüentou sete sessões, as mesmas  de 40 minutos, 1 vez  por semana.
            Foram utilizados alguns jogos pedagógicos como: leggo, seleção, comparação, alfanumérico, entre outros, bem como tentativas de leitura e escritas no computador de atividades online, lectoescrita, lúdicas, e uso de instrumentos do qual a psicopedagogia se utiliza para verificação dos déficits de aprendizagem de um individuo foram utilizados e outros subtraídos por falta de freqüência. Assim ficou evidente através das 7 terapias que a aprendente apresenta fortemente:

ü  DÉFICITS NO SISTEMA MOTOR FINO E GROSSO têm flacidez muscular (hipotonia), o que pode afetar sua habilidade motora fina e grossa. Isso pode atrasar as fases do desenvolvimento motor, restringindo experiências dos primeiros anos, tornando o desenvolvimento cognitivo mais lento. Na sala de aula, o desenvolvimento da escrita é especialmente afetado.
ü  DIFICULDADES DE FALA E DE LINGUAGEM devem ser atendidas regularmente por fonoaudiólogos que podem sugerir atividades individualizadas para promover o desenvolvimento de sua fala e linguagem.

ü  DÉFICIT DE MEMÓRIA AUDITIVA RECENTE E NA HABILIDADE DE PROCESSAMENTO AUDITIVO a memória auditiva recente é a memória armazenada usada para manter, processar, entender e assimilar a língua falada o tempo suficiente para responder. Qualquer déficit na memória auditiva recente vai afetar consideravelmente a habilidade do aluno em responder a palavra falada ou aprender a partir de situações que se prendam somente a sua habilidade auditiva. Além disso, eles acham mais difícil seguir e lembrar de instruções verbais.


ü  CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO MAIS CURTA têm uma capacidade de concentração mais curta e são facilmente distraídos. Além disso, a intensidade do aprendizado com apoio, especialmente quando ele se dá individualmente, é muito maior e a criança se cansa mais facilmente do que a criança que não necessita deste apoio.

ü  GENERALIZAÇÃO, PENSAMENTO ABSTRATO E RACIOCÍNIO quando uma criança tem deficiência de fala e linguagem, suas habilidades de pensamento e raciocínio são inevitavelmente afetadas. Ela encontra mais dificuldade em transferir suas habilidades de uma situação para outra. Conceitos e assuntos abstratos podem ser particularmente difíceis de entender e a capacidade de resolução de problemas pode ser afetada.
CONSOLIDAÇÃO E RETENÇÃO pessoas com Síndrome de Down geralmente levam mais tempo para aprender e consolidar coisas novas e a habilidade de aprender e absorver o aprendizado pode variar de um dia para o outro.

ü  ESTRUTURA E ROTINA muitas crianças com Síndrome de Down se dão bem com rotina, estrutura e atividades focalizadas claramente. Situações informais e sem estrutura são geralmente mais difíceis para eles. Eles também podem se sentir contrariados com qualquer mudança. Podem precisar de maior preparação e podem levar mais tempo para se adaptar às mudanças na sala de aula e nas transições.
Os dados colhidos até agora nos sinaliza que:
1.     A aprendente não obteve Estimular é ensinar, motivar, aproveitar objetos e situações e transformando-os em conhecimento e aprendizagem. É levar a criança, através da brincadeira, a aprender sempre mais. a- - estimulação precoce(As crianças com síndrome de Down possuem um grande potencial a ser desenvolvido. Elas precisam, contudo, de mais tempo e estímulo da família e de especialistas para adquirir e aprimorar suas habilidades. Uma boa estimulação realizada nos primeiros anos de vida pode ser determinante para a aquisição de capacidades em diversos aspectos, como desenvolvimento motor, comunicação e cognição.)necessária NO ENSINO COMUM; A ajuda de profissionais como fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais é fundamental nesta etapa, pois eles vão analisar em que áreas a criança pode estar passando por dificuldades para criar um programa de apoio.
2.     A escola – Direção - Coordenação - Professor  e toda a equipe - não teve preparação para recebê-la;
3.     A família não tem assistência adequada para lidar - único auxilio SRM/AEE e orientação deste especialista – a aprendente não obteve estimulação precoce adequada desde o seu nascimento;
4.     Não está alfabetizada, não consegue ter interesse por atividades acadêmicas, sistematizadas.

Segue abaixo recomendações pertinentes, ao professor / escola e família no que tange aos ajustes que precisam ser oferecidas ao paciente.
Orientação á Escola:
Ø   O objetivo principal é ajudar pessoas a lidar mais adequadamente com os problemas decorrentes das deficiências e no aconselhamento alguns pontos são importantes: ouvir as dúvidas e questionamentos, utilizar termos mais fáceis e que facilitem a compreensão, promover maior aceitação do problema, aconselhar a família inteira, trabalhar os sentimentos e atitudes, e facilitar a interação social do portador de necessidades especiais.

Ø  O trabalho com a criança deve se centrar no contato e interação com o outro e as eventuais complementações das atividades pedagógicas desenvolvidas devem ser informais, através do jogo espontâneo, da relação com o colega e com o material adequado. Assim de forma agradável e prazerosa a criança vai desenvolvendo atividades físicas, emocionais e cognitivas que possibilitam a elaboração do pensamento.

Ø  Nesta fase, a manutenção da fluidez e flexibilidade neuropsicológica é fundamental para se evitar rigidez precoce, que acarreta a redução da utilização de estratégias no âmbito da aprendizagem. (SCHWARTZAN, 1999, p.241).

Ø     E muito difícil para estas crianças desenvolverem habilidades de leitura e escrita, no entanto, este processo será mais facilitado se for permitida a criança vivenciar, interagir e experimentar.                                                
              Assim, elas as Síndromes Down não aprendem facilmente de forma incidental e não pegam as convenções intuitivamente como seus colegas. Elas vão levar mais tempo do que seus colegas para aprender as regras. O foco principal da ajuda adicional nos primeiros anos deve ser aprender as regras do comportamento social adequado.
ESTRATÉGIAS:
- Reconhecer as principais rotinas do dia.
- Aprender a participar e responder apropriadamente.
- Responder a perguntas e instruções dadas oralmente.
- Aprender a respeitar a vez de cada um, dividir, dar e receber.
- Aprender a fazer fila.
- Aprender a sentar no chão  e ou na cadeira em círculo ,bem como ouvir na hora da roda de conversa e ou hora do conto.
- Aprender comportamentos apropriados.
- Aprender as regras da escola e da classe, tanto as formais quanto as informais.
- Trabalhar independentemente.
- Trabalhar em cooperação com os outros.
- Fazer e manter amizades.
- Desenvolver de habilidades de auto-ajuda e tarefas práticas.
- Tomar conta, se preocupar com os outros.

 MRECH (1988, p.1-4) explica;
 A inclusão é:
– atender aos estudantes portadores de necessidades especiais nas vizinhanças da sua residência;
– propiciar a ampliação do acesso destes alunos às classes comuns;
– propiciar aos professores da classe comum um suporte técnico;
– perceber que as crianças podem aprender juntas, embora tendo objetivos e processos diferentes;
– levar os professores a estabelecer formas criativas de atuação com as crianças portadoras de deficiência;
– propiciar um atendimento integrado ao professor de classe comum.
A inclusão não é:
– levar crianças às classes comuns sem o acompanhamento do professor especializado;
– ignorar as necessidades específicas da criança;
– fazer as crianças seguirem um processo único de desenvolvimento, ao mesmo tempo e para todas as idades;
– extinguir o atendimento de educação especial antes do tempo;
– esperar que os professores de classe regular ensinem as crianças portadoras de necessidades especiais sem um suporte técnico.
Deve ser orientada e motivada a colaborar e participar do programa educacional, promovendo desta forma uma interação maior com a criança. Também é fundamental que a família incentive a pratica de tudo que a criança assimila.“A qualidade da estimulação no lar e a interação dos pais com a criança se associam ao desenvolvimento e aprendizagem de crianças com deficiência mental”.(CRAWLEY; SPIKER, 1983).
Assim é fundamental o aconselhamento a família, que deve considerar, sobretudo a natureza da informação e a maneira como a pessoa é informada, com o propósito de orientá-la quanto à natureza intelectual, emocional e comportamental (SILVA, 2002, s.p.).
Os pais e familiares do portador da síndrome necessitam de informações sobre a natureza e extensão da excepcionalidade; quanto aos recursos e serviços existentes para a assistência, tratamento e educação, e quanto ao futuro que se reserva ao portador de necessidades especiais. Assim sugiro:
1.     Acompanhamento escolar dos pais, realização de atividades extra-escolares;
2.     Propor uma rotina familiar e para a escola;
3.     Determinar hora do estudo em casa;
4.     Assiduidade na escola e no AEE/SEM;
5.     Buscar ajuda junto a secretaria de assistência social e saúde para suprir as necessidades de saúde física e mental da aprendente;
6.     Promoverem e cria-pai/mãe- regras/limites para Raiane;
7.      
Concluo que mediante ao observado nas 7 sessões de terapia psicopedagógica  a aprendente necessita de uma reavaliação neorológica urgente, bem como acompanhamento fonoaudiólogico  e psicológico permanente.

Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.

Atenciosamente,
___________________________                                                             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira                                                    Psicopedagoga CBO 2394-25                                  Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br  Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133

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Nome: R. S. S. 9 anos
D.N:
Escola: Aderbal César de Oliveira
Período de avaliação: 27/07 a 31/08/15

                                  
                                       Devolutiva Pedagógica

            Para socialização das informações segue abaixo a descrição dos resultados da analise e avaliação inicial.
            Este paciente foi encaminhado para uma avaliação psicopedagogica pela professora com a queixa de: Apresenta dificuldade na leitura, na escrita e na participação oral. Muitas vezes só faz as atividades se estiver a todo momento intervindo, resolve com muita lentidão, está na fase silábico com valor sonoro, demonstrando assim bastante dificuldade em realizar as atividades propostas.
            A avaliação foi iniciada em 23/07/2015, com um encontro semanal, com duração de 40 minutos de análise diagnóstica.I – Enquadramento;II – Protocolo de Informação Social;III – Sessão lúdica: Alfabeto IlustradoIV – EOCA
V – Provas Operatórias: Conservação de massa/ Inclusão de Classes.VI – Provas PedagógicasVII – Provas Projetivas (paciente não compareceu).VIII – Observação dos materiais escolares.IX - Anemnese (não foi possível realizar/ não comparecimento).
Confirma-se a queixa supracitada, o paciente ao que foi possível observar sofre
 de sofrer de um distúrbio de fundo emocional mutismo selativo -  é um transtorno, encontrado em crianças e caracterizado por uma contínua recusa em falar em algumas situações sociais maiores.
     O mutismo seletivo tem causa obscura e até o momento, parece ter origem multifatorial. Acredita-se que a influência dos fatores ambientais e situações interpessoais sejam de grande peso para o desenvolvimento do mutismo seletivo.   
     Ele pode ser deflagrado por uma experiência negativa pela qual a criança passou - uma violência física ou verbal, ou uma grande decepção.
    A genética também tem um peso importante: estatísticas mostram que muitas crianças afetadas pelo transtorno têm um parente próximo com histórico de transtornos emocionais e a patologia é mais encontrada nos filhos de pais tímidos ou distantes.
 Com muita timidez realizou todas as atividades propostas, quando questionado sempre respondia acenando afirmativamente ou negativamente com a cabeça – nunca com palavras - não tem iniciativa, muito apático, neste aspecto o paciente tem verificação dos aspectos emocionais.
            No aspecto pedagógico apresenta algumas dificuldades próprias da idade e do seu próprio processo de aprendizagem. Entretanto conhece as letras, leu palavras corretamente transpôs palavras com letras cursivas e caixa alta. Realizou as atividades com satisfação, lê o que escreve, sua escrita está no nível silábico – alfabético (Intermediário II) está iniciando a superação da hipótese silábica, compreendendo que a escrita representa o som da fala.
            Quanto a área cognitiva o paciente possui noção de inclusão de classe e classificação operatória, e em conservação no que se refere a conservação de massa.
            Os dados colhidos até este momento são insuficientes para uma avaliação mais precisa e maiores detalhes, pois o paciente não finalizou a avaliação. Porém a:
 Escola: Escolher uma professora afetiva, e com estratégias metodológicas criativas e dinâmicas, propor trabalhos em dupla, grupo;
Família deve: providenciar acompanhamento psicológico-URGENTE.


Atenciosamente,


                                                                       ___________________________      
       Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
       Psicopedagoga CBO 2394-25
       Especialista em AEE
       silviabbcc@yahoo.com.br
        Várzea Nova– BA,
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Nome: R. da S.
Data de Nascimento: 16 de  abril de 2007
Escola: Aderbal Cesar de Oliveira
Período de Avaliação: 13/07/2015
Série-
DEVOLUTIVA
            Para socialização das informações sobre o paciente, segue abaixo descrição do resultado da analise diagnostica psicopedagógica.
     O paciente foi encaminhado para este espaço pela professora com a queixa: Dificuldades deles trabalhadas. Não está alfabetizado, esta na fase de aprendizado, não realiza as tarefas, porem parte logo para outras brincadeiras atividades.
Iniciou-se a avaliação em 13/07/2015, onde os atendimentos foram semanais e duração de 40 minutos de avaliação pisicopedagogica. Para este diagnóstico foram utilizados os seguintes recursos:
·         I Seção lúdica
·         II EOCA
·         III Protocolo de Informação Social
·         IV Provas Operatórias: Conservação de massa/de comprimento/Seriação de bastonetes;
·         V Anamnese com avó;
·         VI Provas pedagógicas
·         VII Provas projetivas Não foram possíveis realizar.

A queixa supracitada confirma-se integralmente, o paciente não lê e não escreve sem apoio escreve garatujas, algumas letras caixa alta assim: E ele escreve  E  ao contrário, o n  3 ele escreve  E alguns  sinais dislexia.Assim o mesmo deve ser acompanhado e avaliado por um fonoaudiólogo para confirmação ou descarte, dessa suspeita evidenciada na avaliação psicopedagógica.
No aspecto corporal, a análise realizada, revelou que o paciente tem consciência do seu próprio corpo. Não tem domínio correto temporalidade/lateralidade em algumas situações.
No nível afetivo social, foi percebido certa tristeza por não saber/conhecer o seu pai.Neste contexto necessita de um acompanhamento psicológico
Na área cognitiva e pedagógica detectou-se que necessita de intervenções individualizadas..

Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.


Atenciosamente,


                  _________________________
             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira   Psicopedagoga CBO 2394-25                                  Especialista em AEE  /silviabbcc@yahoo.com.br                                                    Várzea Nova– BA, 17/12/2015       (74)3659-2133
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Nome: S. S. S.
D.N:
Período de Avaliação:
Escola:C.E.J.S.O.
Série:5 ano.
Validade:6 meses.




DEVOLUTIVA
            A título de socialização das informações, segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação psicopedagógica realizado com o aprendente supracitado.
            O paciente foi encaminhado para uma avaliação psicopedagógica pela professora atual com a queixa:dificuldade na compreensão dos conteúdos/repetente,desinteresse....
            Apesar da queixa relatada, mostra interesse momentâneo nas atividades que lhes fora apresentada, necessitando permanentemente de estímulos e de recursos pedagógicos adequados para desenvolver e ampliar suas habilidades cognitivas.
            Neste período de avaliação psicopedagógica, foram realizados encontros semanais com a duração de 40 minutos de análise diagnóstica e intervenção psicopedagógica. Assim, foram utilizados os vários recursos avaliativos,outros subtraídos pois o aprendente não concluiu a avaliação prevista.Embora ficou nítido
            Após o uso destes recursos disponíveis na psicopedagogia, o aprendente demonstrou ter consciência do seu próprio corpo, tem noção de tempo de acordo com o esperado em orientação temporal, bem com os aspectos quanto a lateralidade. Foi perceptível no nível afetivo-social uma carência paterna, e zelo pela figura materna,sendo perceptível que é muito carente afetivamente e quer superproteger a mãe. É perceptível uma baixa autoestima por pertencer ao mundo rural, sente-se inferiorizado e isolado no contexto escolar.
            Na área cognitiva nível normal, consegue realizar o que lhes é proposto embora com muita morosidade. Embora fica evidenciado que o seu nível pedagógico sua lectoescrita não é condizente/satisfatório para série/idade que se encontra apresentando dificuldades próprias que podem ser superados à partir de um acompanhamento psicopedagógico e psicológico (  prefere ficar ajudando a mãe na roça e para ajudar no sustento da família ,do que vir a escola)adequado, suportes que favorecerão no seu avanço em aspectos negativos explicitados. Bem como seu déficit afetivo marcado por ausência de vinculo familiar que influencia no seu histórico escolar, assim, é importante repensar e estabelecer estímulos significativos para que se estruturem novas formas de pensar e agir. Para tanto, segue abaixo algumas recomendações necessárias ao seu desenvolvimento escolar (Estudar com uma docente que promova motivação e estratégias dinâmicas e diferenciada), emocional e social.
Estratégias de aprendizagem são técnicas ou métodos que os estudantes utilizam a fim de obter e aprender uma dada informação (Silva & Sá, 1997).Com o objetivo de contribuir com os professores que muitas vezes no exercício da profissão apresentam o verdadeiro interesse em ajudar o aluno desmotivado, segue abaixo algumas sugestões baseadas em estudiosos da área com o objetivo de auxiliar o educador na prática, motivando seu aluno, independente da disciplina ou série em que se encontra:

• Aplique o conteúdo com entusiasmo, evitando aulas “mecânicas”;

• Faça com que o aluno compreenda o que está sendo ensinado, ao invés de apenas memorizar;
• Busque sempre relacionar os conteúdos com fatos da atualidade;
• Elabore atividades que possa detectar a evolução do aluno;
• Estabeleça um ritmo de aula de forma que todos possam acompanhar o raciocínio que exige o conteúdo;
• Quando o aluno apresentar dificuldades, apresente a ele pistas proporcionando oportunidades para superar as dificuldades, fazendo com que o aluno exerça seu próprio raciocínio;
• Ao iniciar a aula estabeleça metas e objetivos dessa, porém, baseados no ritmo da turma, combinando regras para que não seja desviado o objetivo da aula;
• No momento da avaliação, o ideal é que o professor evite comparações, ameaças, ou seja, condutas negativas que possam vir a refletir maleficamente na auto-estima dos alunos.

O professor sendo mediador do conhecimento é responsável por realizar essa função da melhor maneira possível, buscando sempre se manter atualizado, podendo formar cidadãos cada vez mais capacitados.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola


Colo-me a disposição para outros esclarecimentos.


Atenciosamente,


                  _________________________
             Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira              
  Psicopedagoga CBO 2394-25   Especialista em AEE                                          /silviabbcc@yahoo.com.br   Várzea Nova– BA, 17/12/2015                                      (74)3659-2133













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Nome: T. S.P.
Data de Nascimento: 29/05/2004
Período de Avaliação; 15/07 a 10/09/2015
Escola  Municipal Aderbal César de Oliveira
Série ; 5º ano

DEVOLUTIVA
Em nível de socialização das informações do atendimento psicopedagógico segue abaixo o informe resultante da análise e avaliação.
            O paciente foi encaminhado para acompanhamento psicopedagógico em  15/07/2015,pelo professor com a queixa de que:O aluno tem desenvolvimento lento e tem dificuldade de compreender os conteúdos ,no entanto consegue em alguns casos dá respostas coesas.È um aluno que estar em fase de desenvolvimento e adaptações a série em que se encontra.
            Mostrou-se muito quieto e de poucas palavras,teve iniciativa na realização das atividades.
            Em exames neurológicos realizados em Salvador dia 01/10/2012 foi medicado,em pesquisa,pela anamnese com a  mãe que relata seu comportamento agressivo momentaneamente e sem motivo aparente – um transtorno bipolar[    ],relatou a mãe ainda que seu filho dorme em média 2 horas por noite,fato que o deixa mais nervoso. Necessita-se de um acompanhamento/reavaliação neurológica e psicológico permanente/periodicamente, para certificação da suspeita,bem como uma avaliação fonoaudiólogico.
            No período de atendimento psicopedagógico foram realizados um encontro semana de 40 minutos de duração de análise diagnóstica e intervenção. Para o diagnóstico foram criados os seguintes recursos  avaliativos:
·          Sessão lúdica;
·         Entrevista Operatória Centrada na Aprendizagem- EOCA ;
·         Entrevista com o professor;
·         Anamnese com a mãe;
·         Informação social;
·         Provas operatórias;
·         Provas projetivas;
·         Provas pedagógicas.

Observa-se na avaliação diagnóstica que o comportamento do aprendente até então reflete questões múltiplas resultantes da construção e constituição do sujeito  e das relações estabelecidas com os familiares e com o mundo.
No aspecto corporal encontre-se dentro dos limites da normalidade para a sua idade cronológica.
Na área cognitiva, realiza operações simples, regras, pensamento estruturado, percebendo uma oscilação  entre o estágio pré-operatório  e  operações concretas.Possui dificuldades quanto a competência lingüística,principalmente quanto a escrita/fala –amalero para amarelo-.Escrita:ser rigi/ para ser rico.
Sua mãe o descreve como: menino muito estressado, nervoso,não faz amizade com ninguém gosta da escola não resiste ao freqüentá-la  brincar nem é sozinho não sabe brincar,não consegue nem brincar com sua irmã de cinco anos.Em 2012 foi encaminhado para psicóloga,não conversa com ninguém ,não para quieto,não dorme a noite há cinco anos.Não sabe nada em matemática ,relatou que seu filho sente vontade de bater nas pessoas sem mentiras aparente,dores  de cabeça bastante/irritação.Não consegue amarrar cadarço,dificuldade em colocar seu almoço.Participa de atividades no CRAS- Centro de Referencia de Assistência Social .Só realiza as atividades escolares em casa isolado.
     No nível afetivo–social, foi percebido baixa auto-estima ,além de sentimentos de rejeição pelos colegas de sala (afirma que os colegas não gostam dele).Não há vínculo algum com professora e com a aprendizagem -não soube falar o nome da sua professora.
     No aspecto pedagógico foi perceptível um déficit considerável nas atividades de lectoescrita, ainda escreve misturando  letras cursivas com manuscrita ,não tem noção de pontuação,quando e o que escreve com letra maiúscula,ortografia,troca de letras.Exemplo;troco/trogo -o/u [...].Possui Facilidade/habilidades em realizar cálculos mental e aparente dificuldade em sistematizar os cálculos.Estando assim com o nível abaixo da série que se encontra.
      O paciente traz um histórico de vida marcada por um contexto neurológico ainda não devidamente tratado uma ausência de vínculo com a aprendizagem,dificuldade de se relacionar com as pessoas ,configurando-se uma carência psico-afetiva.O meio social em que convive que não possibilitou contrações enriquecedora quanto ao seu mundo.
      Para reversão do quadro que se encontra faz-se necessário que sejam estabelecidas ,estímulos significativos entre – psicopedagogo---Psicólogo---fonoaudiólogo---neuropediatra---pedagogo –para que o paciente estruture novas formas de pensar,com a ajuda de uma equipe multiprofissional.   Coloco-me a disposição para outros esclarecimentos.
                                                                        
                                                                                                                 Atenciosamente,

       

   ______________________
Sílvia Carneiro Silvestre de Oliveira
Psicopedagoga CBO 2394-25
Especialista em AEE
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